A abordagem que enxerga a face como um conjunto — terços superior, médio e inferior lidos juntos, planejados por prioridades e executados em etapas. Análise anatômica da Dra. Brunna Befraim — 6+ anos exclusivos em face.
Consulta com a Dra. Brunna · investimento abatido se avançar · sem compromisso
Full face quer dizer face inteira. Em vez de tratar uma queixa isolada — só o lábio, só o nariz, só a testa —, a abordagem full face lê o rosto como um conjunto e planeja os ajustes a partir da relação entre as partes. É a diferença entre corrigir um detalhe e reequilibrar a fisionomia.
Na prática, a Dra. Brunna analisa a face dividida em três regiões que precisam conversar entre si:
Quando esses três terços estão em proporção, o rosto parece descansado e coeso — e não “mexido”. Por isso a harmonização facial full face começa sempre pela análise, nunca pela agulha. O objetivo não é preencher tudo: é entender qual desequilíbrio está tirando a harmonia do todo e resolver com a menor intervenção possível.
Um plano full face não significa “usar tudo”. Significa ter todas as ferramentas disponíveis e escolher apenas as que a sua face pede. As mais comuns são:
Cada ferramenta atua em uma camada diferente — músculo, volume, pele, estrutura. O que faz o resultado parecer natural é justamente a combinação certa, na dose certa, na ordem certa. Essa decisão vem da análise, e não de um pacote pronto.
Nem toda pessoa precisa de full face. Muitas vezes um ajuste pontual — só a toxina, só o lábio — resolve exatamente o que incomoda. A abordagem de face completa faz sentido quando:
Por outro lado, se sua queixa é específica e localizada, o pontual costuma ser o caminho mais inteligente. Fazer o rosto todo sem necessidade não traz mais naturalidade — só mais intervenção. A honestidade dessa avaliação é parte do trabalho: se o pontual basta, a Dra. Brunna fala isso abertamente na consulta.
A dúvida mais comum sobre full face é se “faz tudo de uma vez”. A resposta honesta: nem sempre — e quase nunca precisa. Um plano de face completa bem conduzido costuma ser dividido em etapas, por dois motivos.
Primeiro, segurança. Aplicar muitos ativos em muitas regiões numa única sessão aumenta edema, dificulta avaliar a resposta de cada área e reduz a margem para ajustes finos. Trabalhar por etapas permite observar como cada região respondeu antes de seguir para a próxima.
Segundo, resultado. A harmonia se constrói em camadas. Muitas vezes faz sentido começar pela base que sustenta o rosto (terço médio, contorno) e só depois refinar os detalhes (lábios, expressão). Cada etapa muda a leitura do conjunto — e a etapa seguinte se ajusta ao que já foi feito.
Na Befraim, o caminho é: avaliação anatômica de 45 minutos com a Dra. Brunna, definição das prioridades, plano integrado por escrito que você leva pra casa, execução por etapas e retorno em 15 a 30 dias entre elas. O acompanhamento é feito via WhatsApp direto com a Dra., sem intermediários.
Vale lembrar as contraindicações: gestantes e lactantes, herpes ou infecção ativa na região, doença autoimune em fase ativa e histórico de hipersensibilidade aos ativos exigem avaliação cuidadosa — e, em alguns casos, indicam adiar ou escolher outro caminho.
Não existe um “preço de tabela” para full face — e desconfie de quem anuncia um valor fechado sem ter visto o seu rosto. O investimento depende de quantas regiões entram no plano, quais ativos são usados e em quantas etapas. Por isso o valor é sob medida e apresentado na consulta, por escrito, depois da análise. Caso você avance com o tratamento, o valor da consulta é abatido integralmente.
Sobre a duração, ela varia conforme a camada tratada — cada ativo tem seu tempo:
Como as camadas têm durações diferentes, a manutenção do full face é programada por região — você retoca o que está vencendo, e não o rosto todo de uma vez. Isso mantém o conjunto coeso ao longo do tempo com investimento distribuído e resultado estável. Nenhum procedimento estético garante resultado idêntico para todos: a resposta é individual, e por isso o plano é sempre personalizado.
É a abordagem que planeja a face inteira como um conjunto, e não áreas isoladas.
É uma forma abrangente de harmonização, focada no equilíbrio global da face.
Nem sempre; por segurança, costuma ser planejado em etapas.
O valor é sob medida e apresentado na consulta, conforme o plano.
Sim quando há análise e dose anatômica; o objetivo é equilíbrio, não volume.
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