Contorno definido, volume na proporção certa e nada de efeito bico de pato. A técnica autoral da Dra. Brunna Befraim — lábios que continuam sendo os seus, só que mais bonitos.
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O preenchimento labial é a aplicação de ácido hialurônico premium nos lábios com três objetivos possíveis: hidratar, redesenhar o contorno e ajustar a proporção entre o lábio superior e o inferior. Não é só “colocar volume” — e essa é a diferença entre um resultado bonito e um resultado que denuncia que você fez.
O ácido hialurônico é uma substância que o próprio corpo já produz. Nos produtos usados para lábios, ele vem em uma versão estável, com capacidade de reter água — por isso, além de dar forma, ele devolve hidratação e maciez a lábios ressecados ou “murchos” com o tempo.
Nem todo mundo precisa da mesma coisa. Há quem queira apenas hidratação, para tirar aquele aspecto seco e sem vida. Há quem tenha perdido o contorno da borda dos lábios — que fica difuso com o tempo — e quer de volta um lábio bem desenhado. E há quem tenha uma desproporção: um lábio superior muito fino em relação ao inferior, ou vice-versa. Na Befraim, esse diagnóstico vem antes de qualquer agulha.
Ao longo dos últimos anos, a Dra. Brunna desenvolveu uma forma própria de fazer preenchimento labial que pacientes da região descrevem como “diferente de tudo que já viram”. O foco não está em encher — está em desenhar.
Um dos erros mais comuns em preenchimento mal feito é borrar o filtro labial (aquelas duas colunas que descem do nariz até o lábio superior). Quando o produto invade essa região, o lábio “sobe” de forma antinatural e ganha aquele aspecto projetado para frente. A técnica da Dra. Brunna preserva o filtro e trabalha o contorno da borda com precisão, mantendo o desenho anatômico do seu lábio.
Lábios bonitos raramente são iguais em cima e embaixo. A proporção estética de referência costuma ter o inferior um pouco mais volumoso que o superior. Aplicar volume igual nos dois, ou inflar o superior demais, é o que produz a aparência artificial. A avaliação define quanto vai em cada lábio para respeitar o seu rosto.
O temido “bico de pato” não é consequência do preenchimento em si — é consequência de excesso de volume ou de projeção anterior (o lábio empurrado para frente em vez de para cima e para fora, respeitando a curvatura natural). Trabalhando com quantidade ajustada à sua anatomia e com a técnica correta, esse efeito simplesmente não aparece.
O procedimento é indicado para queixas específicas — e não para “fazer por fazer”. Ele costuma ajudar quem apresenta:
Na consulta, a Dra. Brunna avalia se o preenchimento é realmente a melhor rota — às vezes o que equilibra o sorriso é um ajuste no mento ou na aplicação de toxina, não mais volume no lábio.
O preenchimento labial com ácido hialurônico dura, em média, cerca de 12 meses. Esse número varia de pessoa para pessoa, porque o corpo reabsorve o produto de forma gradual e em ritmos diferentes.
Fatores como metabolismo, hábitos (lábios são uma região de muito movimento — falar, comer, sorrir aceleram um pouco a reabsorção), quantidade aplicada e tipo de produto influenciam o tempo de duração. Por isso o resultado não “some de uma vez”: ele vai suavizando, e a maioria das pacientes programa uma manutenção antes de perder totalmente o desenho.
Não existe compromisso vitalício: se você não repetir, os lábios voltam gradualmente ao aspecto anterior, sem sequela.
O procedimento é feito no consultório, com anestesia tópica, e você sai no mesmo dia. É normal haver edema (inchaço) nas primeiras 24 a 48 horas — lábios incham mais que outras regiões — e, em alguns casos, um pequeno hematoma que se resolve sozinho. Nesse período o resultado ainda não é o final: ele assenta gradualmente ao longo dos dias seguintes. Por isso, quem tem eventos importantes costuma agendar com antecedência.
Uma das grandes vantagens do ácido hialurônico é que ele é reversível. Caso você não goste do resultado, ou em qualquer intercorrência, o produto pode ser dissolvido com uma enzima chamada hialuronidase. Isso dá uma camada extra de segurança que outros tipos de preenchimento não oferecem.
O preenchimento labial não é indicado em algumas situações. As principais são:
Tudo isso é verificado na avaliação. A Dra. Brunna é Cirurgiã-Dentista especialista em face, e a segurança vem antes do resultado estético — se não for o momento certo, ela diz.
Não com técnica correta; o efeito vem de excesso de volume ou projeção anterior, que evitamos.
Em média 12 meses, variando conforme metabolismo e hábitos.
Pode inchar mais nas primeiras 48 horas; depois assenta gradualmente.
Sim; o ácido hialurônico é reversível com hialuronidase.
Usa-se anestesia tópica; a maioria descreve desconforto leve.
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